Diante disso, o Consórcio das Federações — formado por entidades como a Federação Afro Brasil e a Federação ATUCO — entrou na Justiça com um Mandado de Segurança Coletivo. O objetivo era garantir os direitos dos participantes, pedindo o retorno da energia elétrica pública, a liberação das tendas de apoio e a permissão para a entrada de veículos, facilitando a logística do evento. No dia 10 de outubro de 2025, a Justiça decidiu a favor da comunidade e mandou a Prefeitura suspe